Ninguém pergunta quem cuida de você. Nesta conversa, essa é a primeira pergunta.
Uma hora só sua com a Cecília, por vídeo, para colocar em palavras aquilo que você sente há anos e nunca conseguiu explicar. E, depois, quinze dias de acompanhamento sobre o que foi aberto.
A Cecília responde pelo WhatsApp e combina o horário com você.

Você já disse isso em voz alta. Ou só pensou, de madrugada.
“Estou cansada.”
“Sempre sobra para mim.”
“Não consigo dizer não.”
“Tenho tudo, mas falta alguma coisa.”
“Será que o problema sou eu?”
“Não sei mais do que eu gosto.”
Talvez você não esteja precisando de mais força. Talvez esteja precisando que alguém, finalmente, pergunte de você.
Você já tentou mais cursos. Mais leitura. Mais esforço.
O que falta não é mais esforço. É nome.
Em algum momento da sua história, você aprendeu que só merecia amor quando era necessária. Ninguém sentou para te dizer isso. Você só viu o que acontecia em casa quando ajudava, e o que acontecia quando dizia não.
Quando aquilo que era invisível ganha nome, deixa de comandar sua vida em silêncio. É isso que acontece numa consulta.

Uma hora para olhar a origem, não só o sintoma
Uma hora, online, só você e a Cecília
Por vídeo, de onde você estiver. Você chega como está. Não precisa saber explicar o que sente: colocar isso em palavras é parte do trabalho.
Vocês olham para a origem, não só para o sintoma
Não para o personagem da vez, o marido, a mãe, o trabalho. Para o que se repete em você independente de quem está do outro lado, e para o momento em que isso começou.
Quinze dias de acompanhamento
A consulta não termina quando a chamada acaba. Nos quinze dias seguintes, a Cecília acompanha o que foi aberto, para que o que ganhou nome não volte a comandar em silêncio.
O que a consulta não é
Não é frase pronta. Não é técnica descolada da sua vida. Não é alguém dizendo como você deveria ser. Você não sai de lá outra mulher. Sai conhecendo um pouco mais a que sempre existiu.
É para você se já pensou:
Não é para quem quer só aliviar a dor. É para quem quer entender de onde ela vem.

“Não quero continuar vivendo assim.”
“Preciso entender por que isso sempre acontece.”
“Não aguento mais carregar tudo.”
“Existe alguma coisa que ninguém conseguiu me explicar.”

Eu conheço essa jornada porque também precisei percorrê-la
Há mais de 8 anos acompanho mulheres que desejam compreender a origem de suas dores para construir relacionamentos mais saudáveis, fortalecer sua identidade e viver com mais liberdade.
Já acompanhei centenas de histórias diferentes, e todas tinham algo em comum: mulheres fortes que, em algum momento, deixaram de ocupar o próprio lugar na própria vida.
Meu trabalho não é ensinar você a repetir frases sobre amor-próprio. É revelar os padrões invisíveis que fizeram você acreditar que precisava sustentar o mundo para merecer amor.

Antes de marcar
Você conta o que te trouxe, com as suas palavras, sem precisar organizar antes. A Cecília escuta e começa a nomear com você o que se repete na sua história e de onde isso veio. É uma hora, por vídeo. Depois, por quinze dias, ela acompanha o que foi aberto.
A maior parte dos caminhos trabalha o sintoma: a ansiedade, o cansaço, a briga. Aqui a pergunta é de onde ele vem: quando começou, quem ensinou, o que custou. E você não sai da consulta sozinha, o acompanhamento continua depois.
É um atendimento terapêutico individual. Olhamos para a origem das suas dores e para os padrões que você herdou, não apenas para o sintoma do momento. Convive bem com terapia e não substitui acompanhamento médico.
Não. Você não vai receber frase pronta nem uma lista do que deveria fazer. O trabalho é explicar por que, em algum momento da sua história, você aprendeu a viver assim.
Muito do que parece personalidade foi aprendido. E o que foi aprendido tem origem, e origem tem saída. Não para você virar outra mulher, e sim para encontrar a que sempre existiu.
É uma hora, online, no horário que couber na sua semana. Você não precisa preparar nada. Se cuidar dos outros sempre parece mais urgente, talvez essa seja exatamente a conversa a ter.
Pode ser que eles façam parte da história. Mas na consulta ninguém vira vilão. Olhamos para o que se repete em você, com qualquer pessoa do outro lado, porque é isso que dá para mudar.
Você deixa seu contato aqui embaixo. A Cecília te responde pelo WhatsApp, combina o melhor horário e te passa o valor e a forma de pagamento. Sem compromisso até você decidir.
E depois da consulta?
A consulta é avulsa. Quem quer continuidade segue na Mentoria: encontros semanais ao vivo com a Cecília e a companhia de mulheres que vivem o mesmo que você.
Você não precisa organizar o que sente antes de me escrever
Me conte, com suas palavras, o que te trouxe até aqui. Eu leio cada mensagem e te respondo pelo WhatsApp para combinarmos o melhor horário.